Segunda-feira, Dezembro 04, 2006

BATUQUE ELÉTRICO


Nascida em 2001, a banda piauiense Batuque Elétrico tem a proposta de resgate e inovação de sonoridades, baseado principalmente na força do funk e do samba-rock, fusionados com a bossa, o maracatu, o soul, o baião e o reggae. Entoadas pela ginga das batucadas percussivas e letras-poesias marcantes as músicas do Batuque dançam e convidam a dançar. Vencedor de vários festivais locais. Este ano (2006) abriu o PIAUÍ POP, festival de maior expressão do estado. No projeto de difusão e divulgação do seu som, a banda, além de disponibilizar todas as músicas do seu CD DEMO (intitulado “O Mundo é um Chip!”) para download, ainda distribui o DEMO durante as suas apresentações. O Batuque Elétrico está gravando seu primeiro CD que conta com a participação de vários músicos e compositores locais, enfatizando a diversificação peculiar do cenário musical piauiense. O CD deverá estar pronto até o fim do ano. Agora você está convidado a “navegar ao som do Batuque Elétrico”.
BATUQUE ELÉTRICO:
Ricardo Totte (vocal)
Kilson Nunes (baixo)
Társio Martins (guitarra)
Dudu Araújo (batera)
PRÓXIMOS SHOWS:
UNIVERSIDADE BAR
Data: 02/02/06 (SEXTA)
Local: Universidade Bar
BAILE MUDERNO
(Captamata, Batuque Elétrico, Validuaté e Marlon e os Brandos)
Data: 10/02/06 (SÁBADO)
Local: BAR DO CHURÚ
BAILE BALAIO DE GATO
(Captamata, Batuque Elétrico, Validuaté)
Data: 27/02/06 (SÁBADO)
Local: ESPAÇO CULTURAL RAIZES
CONTATOS:
(86) 3213 - 2918/ 8804 - 6425
COMUNIDADE DO ORKUT:

Quinta-feira, Setembro 14, 2006

Batuque Elétrico & Super Nacional (baixe aqui)

Batuque Elétrico
Letra/Música:George Paes

Olho na pista, olho na tela, olho no som
Sabe lá, meu amigo... o que é bom
Black rio, Adoralice, Navilouca
Quem não mexer esse quadril
Dorme de touca

Até quem não sabe dançar
Também pode navegar
ao som do batuque elétrico

Bate coxa forrozão na sexta feira
Nego esquece que a vida é uma besteira
Mestre samba, Dj bamba, Mestre sala
Toma cuidado com a mulher
Fogo de palha

Super nacional
Letra: George Paes

Música: George Paes/Ricardo Totte

Super nacional aqui faz muito tempo tem carnaval
Meu coração parece um vendaval
Amando o teu corpo, depois um outro corpo...
E vêm, e vêm

Vou fazer a noite acender
Olhar pro céu azul
Compreender você
Seguir um caminho só, fiel a tua voz
Tua tradição de amor
Que mudou o meu jeito de ser

Acender com um beijo a luz do sol
Embaraçar o nó, que me prende a você
Seguir um caminho só, fiel a tua voz
Tua tradição de amor
Que mudou o meu jeito de ser

Quarta-feira, Setembro 06, 2006

Batuque Song (baixe aqui)

Batuque Song
Letra:George Paes
Música: George Paes/André Porto

Nêgo mano me falava
o couro come, o fogo assa
berimbau, som de cabaça
o banzo triste da senzala
quando eu quero ouvir
o som de James Brow
eu digo:

Batuque song

Nêgo mano, assim ditava
seu gingado maravilha
o copo cheio de cachaça
a vida toda numa ilha
quando eu quero escutar
o som de Gil eu digo:

Batuque song

Bate o tambor na velha África
o corpo magro das crianças
até quando a esperança
de todos entrarem na dança

Brasil, Brasil
mistura de raça eu quero ver

Quando eu tô sem sono
ligo a tv e vejo:

Batuque song

O Mundo é um Chip! (baixe aqui)

O Mundo é um Chip!
Letra/Música: George Paes

Samurai eletrônico
Hacker mandingueiro
Internauta curioso
Conectando o mundo inteiro
O mundo é micro tela
Hipersupersônica
No tempo das cavernas
Como seria essa onda

Hiper informação, o mundo é um chip
Hiper informação, jóia supersônica
Hiper informação, muita gente ainda sofre
Hiper informação, de fome no sertão

De olho no futuro
Na tela do progresso
Web site cyber clube
Um oásis no deserto
Tocando Batuque Song
Na casa de Pachola
Vou mudar meu tom
Pra entender a nova moda

Mandar um e-mail
Receber um e-mail
Será ilusão, será solidão
Manipulação, de olhos e mentes, nova geração
Mandar um e-mail
Receber um e-mail
Será novidade, sair na cidade
Ou conhecer pessoas
Na tela do vídeo, no vídeo prisão,
Oh, não!

Mercado Central (baixe aqui)

Mercado central
Letra/Música: George Paes

No inconsciente popular
Na vitrine, na moda...
Eu peço, imploro
Baby, não me faça perder o juízo
Que eu canto, que eu grito, eu sofro, eu choro
Eu tenho meu balaio de ouro
Moeda de cobre, meu dólar furado
Mercado central
Eu procuro o caminho das índias
Caminho das pedras, via Santiago
Entre o bem e o mal

No maquinismo popular
No mouse, no chip, me esbaldo, exploro
Baby, não me faça perder os sentidos
Gás lacrimogêneo ardendo meus olhos
Eu tenho meu cavalo de pau
Minha cumbuca de água
Meu chapéu de couro, meu sertão 2ooo
Eu tenho minha tábua de esmeralda
Meu rock invocado, novela das oito
No céu do Brasil

Ai, meu deus, que saudade de você meu amor
Ai, meu deus, minha terra cristalina de sol
Teu sorriso na varanda...

Me esperando para jantar... Teu sorriso na varanda
Me esperando para deitar... Teu sorriso na varanda
Me esperando para amar... Teu sorriso na varanda
Me esperando para ser... Feliz!

FICÇÃO (baixe aqui)

F I C Ç Ã O
Letra: Ricardo Totte/Aluísio Brown

Música: George Paes/André Porto/Ricardo Totte

Eu queria está bem longe daqui,
Eu queria está próximo, bem perto, colado, de lado, um lado de mim
Sou palavra que nasce de um sim
Sou minguante ao longe de nós
Somos sombra de um acorde de luz
Clara vontade
Um desenho da cor de marfim
Da madeira a dor que têm fim
Um retrato colado no peito, marcado, fixado
Ficção do que há em mim

Ar da voz...
Tons de todos nós
Grãos entre os lenções
Sons de raros efeitos
São, de todos sós
Vão, de sonhos atrozes
Tão, grito no peito
Par da minha cruz
Cor que te reluz
Manhã que vêm mais cedo
Brisa adentro mar
Vôo a navegar
Eu e você os mesmos, os mesmos, os mesmos...

Um desenho da cor de marfim
Da madeira a dor que têm fim
Um retrato colado no peito, marcado, fixado
Ficção do que há em mim

Terça-feira, Setembro 05, 2006

O X da questão (baixe aqui)

O x da questão
Letra/Música: George Paes

Se eu posso, você pode, se não pode se sacode
Que a maré tá meio braba e ninguém vai te ajudar
Então corra do perigo, nada de pensar no abismo
Rume logo um compromisso
Que é pra não desmoronar
Não se trata de otimismo nem de mero escapismo
Sei que existe injustiça, incerteza e traição
Mais a vida é assim mesmo, a gente sabe só o começo
Quem escreveu o livro inteiro nunca vai nos ensinar
Você está sozinho porque quer
E quer que todo mundo pense na sua solidão
Você pode ser melhor no que puder
Agora quer que todo mundo salve o seu coração
Então me diga meu amigo, quem é seu inimigo?
Qual é o seu destino? Qual a sua condição?
Também posso estar errado
Também posso tá confuso
Mais às vezes estou mudo escutando a multidão
De repente tudo muda...
E agente se pergunta: qual a norma de conduta?
Qual a grande salvação?
Se o problema ainda persiste
Vai em frente e não desista
Se puder, então me diga qual o x da questão
Qual o x da questão, qual o x questão
Eu não sei, você sabe?Ninguém sabe!
Quem poderá saber?

Me Diga Therê (baixe aqui)

Me diga Therê
Letra/Música: Ricardo Totte/Bruno Eurico


A cidade dorme lentamente
E a noite é da gente
Que vira bicho, pára um pouco, entonteia
Meia noite e meia
Desguiado com o pensamento longe
Se por acaso foi você quem despertou o desejo

Me diga Therê,
Me diga Theresinha

Se tá errado, me condene que eu faço direito
Uma outra canção modificando a rima
Uma vitrola pra senhora de presente
Beira de rio, é som que soa de repente
Foi pra cantêro esse meu samba semente
Acorda! É hora de saber ser diferente

A rua é nua
A lua é tua
A lua nua
A rua é tua

Me diga Therê,
Me diga Theresinha

A Espera (baixe aqui)

A ESPERA
Letra/Música: Ricardo Totte

Vou deixar
as minhas roupas no armário
a espera de uma outra vez
Quem sabe um dia nos veremos
Então seremos muito mais feliz
Como o brilho eterno de uma mente sem lembranças

Vou cantar até mais tarde
Pra lembrar daquele beijo quente que você me deu
Da tua saia justa na minha versão do que aconteceu
Naquele sofá embora eu tenha as minhas dúvidas
Teu olhar envolve o meu
e certamente nós seremos bem mais que tudo
de tudo aquilo que um dia foi importante pra mim...
quanto pra você

Vêm brincar de ser feliz
Então faremos dos nossos sonhos, um novo mundo
Onde a sinceridade esta acima de todos os erros
E a paz, venera o que traz... você
Vou deixar a minha canon com sua foto preferida
Por mais de uma semana
Quem sabe!?

Quarta-feira, Julho 05, 2006

Narcisos Recalcados (baixe aqui)

NARCISOS RECALCADOS
Letra/Música: George Paes

Você não pode me amar
Como se fosse um eletrodoméstico
Que tem mil funções
Que você joga fora quando dá defeito
Ou então manda pro conserto

Você não sabe o que eu penso
Nem respeita o meu argumento
Nem quer saber de mim
Tem sempre a frase feita a palavra certa
E diz que vai me amar até o fim, mas...

Eu não sou, eu não sou, eu não sou
Esse obscuro objeto do desejo